Soluções como bolsas para cozimento a vapor no micro-ondas e porções individuais congeladas simplificam a rotina
Cozinhar em pequena escala ou ajustar o preparo de refeições a uma rotina corrida costuma esbarrar no desperdício de alimentos e no acúmulo de louça suja. Embalagens que permitem aquecer ou cozinhar alimentos no próprio recipiente facilitam na hora das refeições. É preciso buscar nas embalagens indicações como ‘própria para micro-ondas’, ‘aqueça na própria embalagem’. Geralmente, são refeições montadas e prontas para consumo.
Para vegetais e legumes, algumas marcas lançaram opções com a indicação ‘steam-in-bag’, que identifica produtos desenvolvidos para o cozimento a vapor na própria embalagem. O pacote conta com microperfurações ou válvulas de alívio de pressão que controlam a saída do ar. Ao aquecer, a umidade natural do próprio alimento gera um vapor interno que cozinha o legume em cerca de 3 a 5 minutos.
Alimentos como mandioca, batata-doce, feijão ou grão-de-bico também ganharam embalagens laminadas de alta barreira, chamadas de retort pouch. Em outros casos, esses alimentos chegam ao mercado depois de selados a vácuo e cozidos dentro do próprio sachê sob alta pressão (sous-vide industrial), bastando aquecer na própria embalagem.
Em carnes e pescados congelados, a sigla IQF (Individually Quick Frozen) faz referência aos alimentos congelados individualmente, que permite retirar aos poucos. Também pode aparecer como ‘congelados um a um’ ou ‘pedaços soltos’. A tecnologia empregada congela cada filé, cubo de carne ou camarão individualmente a temperaturas baixíssimas. Isso impede que as peças grudem umas nas outras. Nesse caso, vale verificar se a embalagem permite fechamento adequado após a abertura, com fecho hermético (zip lock).
ATENÇÃO ÀS INSTRUÇÕES
A praticidade requer atenção para conferir instruções de uso contidas nas embalagens, tempo de preparo dos alimentos e a necessidade de abrir ou perfurar o pacote. Vale ainda conferir o tamanho da porção e as condições de conservação.
